Olá, pessoas internéticas! Essa é a segunda parte do meu diário de viagem, na primeira parte você encontra dicas de hotel/hostel em todas as cidades, como eu planejei esse roteiro e os primeiros cinco dias em Buenos Aires.

No dia seguinte ao jantar de Natal, resolvi tentar a sorte no Casino de Puerto Madero. A jogatina acontece dentro de um barco gigante já que os jogos de azar são proibidos em terras porteñas. Como a ideia era apenas se divertir (vai saber, né?), levei apenas $100 pesos. Joguei, perdi, recuperei e acabei jantando por lá mesmo!

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No sexto dia, acordei cedinho, peguei o metrô até a Plaza de Italia, onde, ao lado do Zoo de Buenos Aires, embarquei num ônibus pro Zoo de Luján. Sai mai muito mais barato (e mais livre) ir por conta própria. As passagens de ida e volta custam $20 pesos cada e o ônibus, onde está pendurada uma placa de Lujan, parte a cada uma hora. Entreguei o bilhete ao motorista e falei que iria descer no Zoo. (se não falar, não para! hahaha)

O ônibus é intermunicipal, então acabei passando por várias cidadezinhas e uma hora e meia depois desci no meio do nada. Entrei em pânico por alguns segundos até encontrar o caminho. Atravessei por baixo de uma ponte da estrada e logo avistei a placa indicando o caminho. A entrada custa $100 pesos para estrangeiros.

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Vi pela primeira vez vários bichos bem de perto (dromedário, leão, urso, tigre, foca) e fiz um tour ao redor da casa onde a família Luján vive. Uma senhora simpática explicou que desde cedo os bichos tem contato com os humanos e que os treinadores começam a dormir juntinho com eles logo nos primeiros meses de vida.

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phellipe
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phellipe
Designer e programador do Young Dog Studio, apaixonado por caligrafia, café, games, decoração, cachorro, ficção cientifica e plantas. (ufa!)
01/10/2014

Pra quem acompanhou no meu Twitter e Instagram, já deve saber que fiz essa viagem incrível no fim do ano passado. O que muita gente não sabe é que o roteiro dos meus passos foi 70% feito por comentários nas fotos que eu ia postando. Eu demorei pra escrever porque passei por um momento conturbado na minha vida pessoal e só agora tomei coragem (e liberdade) pra escrevê-lo em primeira pessoa, que é como prefiro minha vida hoje.

Prédio que eu fiquei fascinado, visto também da sacada do hotel.

Prédio que eu fiquei fascinado, visto também da sacada do hotel.

Antes de viajar, dei uma lida em vários blogs, mas não cheguei a fazer quase nada do que eles indicavam. Eu odeio roteiros coxinhas e lotados de turistas. Prefiro fazer coisas do cotidiano e me misturar com a cidade, sentir a realidade e se perder pelas ruas. No fim da viagem, tive uma conversa com uma senhora porteña que me desmitificou a figura de Evita e me contou que ela não é lá grandes coisas pra eles! Acho que esse é o grande lance de viajar; se sentir uma parte do povo e da cidade.

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19/08/2014